A final masculina do Open da Australia 2012, em Ténis, que opôs o espanhol Nadal ao sérvio Djokovic, foi épica, prolongando-se por quase três horas de altíssimo nível. A vitória sorriu ao sérvio que no fim festejou efusivamente. Portugal, indirectamente, também esteve representado em Melbourne...
domingo, 29 de janeiro de 2012
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Ilusão de óptica
Taça de Inglaterra:
Liverpool vs Manchester United 2-1
O cenário foi Anfield, depois de um lauto pequeno-almoço à inglesa. É o que dá, comer bacon fumado com feijão...
Liverpool vs Manchester United 2-1
sexta-feira, 27 de janeiro de 2012
Era uma vez uma vara de porcos
Fisco avança com novas execuções contra federação e Liga de Clubes
Ainda falta pagar 13 milhões do Totonegócio. Clubes já bateram à porta do Governo – estava fechada.
in, Jornal de Negócios
O mau, o nefasto, o tenebroso e vil FISCO, atirou-se aos clubes que nem gato a bofe. Ai Jesus, que se acaba o futebol profissional. O que se pretende meus senhores? Justos ou injustos, os impostos quando nascem são para todos. Se são para todos, porque se descuraram durante anos a fio as obrigações fiscais? Incúria? Irresponsabilidade?
Habituados à impunidade por conivência política, os dirigentes da bola nacional, foram-se banhando que nem porcos no lodo do laxismo, sem pensar ou não querendo saber que assim, os clubes, a médio e alongo prazo estariam condenados à decadência e desta, à mera sugestão da memória.
O que aconteceu ao Salgueiros e ao Farense, vai acontecer ao Boavista, ao Belenenses ou ao Setúbal, até ao topo da montanha. Um dia, o futebol português poder à tornar-se numa história portuguesa na História de Portugal. E ainda falam de alargamento?
Era uma vez...
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Teorias da batata
Fala-se do alargamento da Liga portuguesa para 18 clubes, como quem descobriu o elixir da eterna juventude. Em teoria, diz quem defende a ideia peregrina, é uma forma de aumentar as receitas dos clubes. Claro que sim. O que não será do Leiria, a possibilidade de encher de moscas por mais duas vezes? A teoria da batata. Vale o que vale. conversa de encher chouriços daqueles que se movem em bicos de pés, com o único objectivo de ir vivendo ou sobrevivendo no convívio dos grandes. O clubes quiseram, os clubes fazem. Os clubes falidos, à semelhança do país e dos seus politiqueiros, num regabofe de compadrios e de incompetência premiada. O que nos vale são os Ronaldos e os Mourinhos para fingir que o mundo pula e avança em alegre harmonia.
Por falar em alargamento. Falemos de encolhimento. Como teoria rizomática talvez fosse melhor reduzir o número de clubes da primeira Liga para 12. Campeonato a duas voltas, com apuramento dos oito primeiros para um play off e direito a final à melhor de 3. Diminuindo os clubes, aumentariam as suas receitas televisivas e publicitárias, ao mesmo tempo que se repetiriam os clássicos e consequentemente os seus dividendos. É apenas uma ideia. O que acham?
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