quinta-feira, 31 de outubro de 2013

PSG prepara ataque a Mata



O PSG prepara uma oferta de €41M ao Chelsea por Juan Mata na abertura do mercado de Janeiro. 

Cientes das dificuldades que o jogador espanhol enfrenta em impor-se na equipa londrina desde a chegada de José Mourinho, os franceses procuram tirar partido do desconforto do jogador perante o risco de ficar fora da lista de convocados da Selecção espanhola para o Mundial de 2014.

Ao que parece, os Londrinos verão com bons olhos a possibilidade da transferência do jogador, de 25 anos, desde que esta não se concretize para clubes ingleses, abrindo uma vaga no plantel para um jogador formado fora da Velha Albion. 

Mesmo considerando com bons olhos a saída para a Liga Francesa, o espanhol faz questão de vincar a boa relação com os adeptos Blues. 

"Estou feliz no Chelsea. Sempre senti o apoio dos fãs em todos os jogos, na rua. Sinto o amor deles, tento jogar para eles, marcar para eles e fazê-los felizes. Nós temos um grande apoio. Frisou Mata.

Para além dos parisienses, também Real Madrid e Barcelona terão manifestado interesse na aquisição do médio ofensivo, que chegou aos londrinos em 2011  vindo do Valência, tendo sido eleito por duas vezes o melhor jogador da Premiership. Na ultima época marcou 12 golos e contribuiu com 12 assistências.

quarta-feira, 30 de outubro de 2013

Futsal: Ensinar a aprender



A formação desportiva e a do futsal em particular apresenta uma dimensão que ultrapassa, em muito, a mera repetição de exercícios técnico-tácticos, alcançando uma dimensão moral e social na qual o papel do formador e do formando tantas vezes se confundem numa hosmose  de experiências.  

Trabalhar com crianças, nos escalões base da formação de futsal, é uma experiência enriquecedora por permitir aperfeiçoar o ser em estado puro, carregado de imprecisões, sem vícios de carácter  e disponível para trabalhar brincando... aprendendo. 

Treinar crianças é também aprender a crescer como pai e formador porque estas crianças são exigentes e nessa exigência apresentam um desafio à capacidade de adaptação do adulto aos estímulos permanentemente renovados daquelas e, dessa forma à sua (dele) própria auto estima e afirmação.

Nestes escalões (traquinas e benjamins), que precedem a fase competitiva, que começa nos infantis é importante criar a base competitiva do atleta, desde o contacto com a bola, à coordenação motora, sem esquecer o estímulo para o treino e, tão importante quanto fundamental, a formação humana, esta como complemento de uma estrutura familiar sólida. A primeira frase  que retive, nos primeiros passos que dei neste meio, foi a de que o papel do treinador de formação, mais do que ensinar a fazer é ensinar a aprender. 

O mais surpreendente é que neste processo de envolvimento o formador a si mesmo se vai moldando, adquirindo novas valências através do olhar da criança, cujas palavras podem ensinar mais do que meses ou anos de experiência. Num destes dias, chamei a atenção dos miúdos para que se mantivessem atentos à peladinha que os colegas disputavam na quadra, ao que escutei como resposta: "Se ao menos fizéssemos uns exercícios de passe e recepção, talvez estivéssemos mais atentos."  Ouvi, assimilei e aprendi uma lição bem mais incisiva do que horas de dissertações metodológicas. 

Nas próximas semanas irei relatar a minha experiência de trabalho com escalões de base na formação de futsal, descrevendo alguns pormenores de treino e partilhando dúvidas e métodos de trabalho, numa experiência singela com a qual mais do que ensinar me sinto enriquecer a cada treino.


terça-feira, 29 de outubro de 2013

A vã glória dos trogloditas

Os confrontos de domingo à tarde, nas imediações do Estádio do Dragão foram a consequência óbvia das palavras acicatórias de Bruno de Carvalho e Pinto da Costa,  mais daquele do que deste, que andaram entretidos entre bocas e afectos mal consumidos, preparando os acontecimentos com o requinte de autênticos pirómanos. 

Costuma dizer-se que quem anda à chuva molha-se mas nestes casos é mais apropriado falar-se em fogo que arde e que se vê. Fogo ateado sistematicamente por aqueles que têm mais responsabilidade nos clubes e que, por isso deviam ser os primeiros a promover comportamentos ponderados. Mas não, ao longo dos anos, salvo raras excepções, os responsáveis máximos dos clubes insistem em instigar a animosidade desviante dos seus adeptos e a construir um fosso entre a rivalidade e o fair play

Haverá quem goste do estilo, quem ache que é assim que se constroem identidades, mas esquecem-se que desta forma se ajuda a denegrir a imagem de uma industria que deve ser preservada como paixão aglutinadora e potencialmente das mais rentáveis de um país à mingua de bons exemplos de produtividade.

Se um destes dias se lamentarem mortes, a responsabilidade deve ser assacada aqueles que semeiam tempestades a não ser que a Justiça insista em ser branda com os delatores. Mas nesse dia o mais certo é assobiar-se para o lado julgando o agressor e o comportamento desviante do indivíduo anónimo que na base da hierarquia andou escondido sob o manto protector dos caciques do Futebol português.






segunda-feira, 28 de outubro de 2013

Manchester United pede desculpa pelo uso de suástica em Email

 



O Manchester United pediu desculpa pela utilização de uma imagem de estilo suástico, inserida numa mensagem de correio electrónico enviada aos seus adeptos este fim de semana e promete uma investigação interna para identificar o responsável pela iniciativa de gosto… duvidoso.

A imagem foi usada num email desprotegido do United, com destaque para o título “New Order”, designação pela qual são conhecidos as jovens promessas do clube, como Adnan Januzaj ou  Adnan Januzaj; cujo logótipo sugere conotações nazis.


David Sternberg, responsável de comunicação dos Red Devils, pediu desculpas, via Twitter e revelou que o clube irá promover uma investigação para determinar as razões que levaram à autorização de semelhante imagem para publicação.

“O grafismo é totalmente inapropriado; pedimos desculpa pelo sucedido. Serão tomadas as diligências necessárias para identificar os responsáveis”, acrescentou  Sternberg


Os adeptos confrontaram Sternberg, exigindo explicações sobre para o facto da imagem ter sido publicada sem prévio controlo ao que este respondeu: “É isso que está a ser investigado – Obviamente que não devia ter acontecido”

Fonte: Goal.com

domingo, 27 de outubro de 2013

Crónica do Benfica vs Nacional



Liga Zon Sagres - 8ª Jornada

Benfica 2-0 Nacional da Madeira

Estádio da Luz

Devo dizer que gostei do jogo, assim como quem gosta de vestir um par de jeans de imitação. A fatiota contrafeita não é um luxo mas dá um ar digno a quem a veste. 

Assim desfilou o Benfica neste Domingo, digno como um remediado. Começou bem, sem a vertigem de outrora mas ainda assim com ar de quem estava disposto a não fazer concessões ao destino e aos "anti" que, aquela hora esfregavam a lamparina a pedir três desejos antes do jogo do Dragão...

Foi pois com naturalidade que os encarnados chegaram ao golo, numa iniciativa de Siqueira, que flectindo para o centro, tabelou com Cardozo para fazer um golo de belo efeito. Nos minutos que se seguiram e para não fugir à regra, a equipa da casa desceu os seus níveis exibicionais, permitindo que o Nacional equilibrasse o jogo - um reflexo da estranha insegurança que tem dominado o Benfica esta época. 

A segunda parte trouxe mais do mesmo, um jogo assim-assim, entre duas equipas pouco disponíveis a perdas de tempo infundadas ou a disputas para alem dos limites do razoável. O Benfica mais perigoso e consequente e o Nacional à procura do caminho marítimo para o golo, sem se achar à deriva mas sem vislumbrar a linha do  horizonte, sobretudo após o golo de Cardozo, que viria a sentenciar o jogo. 

Resumindo, o Benfica continua a dever aos seus adeptos uma exibição categórica mas que apresentou melhoras no seu estado clínico. Uma exibição marcada por momentos de domínio do jogo, alternados pela letargia, pouco pressionante e entregando a iniciativa de jogo ao adversário. Destaque para Ivan Cavaleiro, o jogador que trouxe velocidade ao jogo vertical do Benfica, com uma estreia auspiciosa. Se na primeira parte esteve algo ansioso, nem sempre definindo os lances com a minúcia esperada, melhorou na segunda metade, desenvolvendo alguns lances incisivos pela esquerda, com cruzamentos para a área ou flexões para o meio estando mesmo bem perto de marcar. 

Um palavra para o Nacional que se deslocou à Luz na expectativa de tirar proveito do momento menos bom da equipa da casa, com um jogo aberto, procurando disputar o resultado  sem se remeter a um bloco baixo e esperar que a sorte caísse do céu aos trambolhões como é próprio da mediocridade reinante na Liga.

Avaliação da Pantufa  (de 0 a 10)

Benfica: 6
Nacional: 5

Homem do jogo: Ivan Cavaleiro





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