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quinta-feira, 10 de novembro de 2011

Teorias da conspiração - parte 1

Sabem porque é que não existe relva no Estádio onde se realizará o jogo Bósnia vs Portugal?

Os Bósnios fumaram tudo. Bruxo! ...ou então os políticos lá da terra não se lembraram de inventar um Alqueva para lhes irrigar a relva dos campos de golfe lá do sítio para encher os bolsos de meia dúzia de pulhas lá do sítio para lavar os tomates dos turistas alemães lá do sítio. Bruxo!

quarta-feira, 12 de outubro de 2011

Estamos lá... no play-off.

11.10.2011

Mais uma noite de glória para a Selecção Portuguesa. Afinal e sem grande esforço - ou nenhum, digo eu cheio de chauvinismo - a equipa nacional conseguiu garantir a presença no play-off de qualificação para o Europeu - Ena, ena! - e o mais provável é conseguir lá estar. Ainda me hão-de explicar por que carga de água quererá tanto, um "profissional do contrato chorudo, altamente vulnerável a maleitas que se apanham em alturas de estágios da selecção" ir passar férias à Polónia e à Ucrânia quando pode ir até ao México, a Cuba ou ao Dubai? 

A confiança foi tal que as passagens aéreas para o sorteio do "bota-fora" já faziam parte da bagagem da selecção na viagem a Copenhaga. Sem a pressão de ter de ganhar; houve até quem deixasse a calculadora em casa, tal era a confiança na passagem; os jogadores, para passar o tempo, vestiram-se de branco como virgens púdicas e saíram para passear com uns moços altos, fortes e a atirar para o louro, com quem tinham um encontro marcado. Parece que estes não se portaram bem - os marotos- pois, no calor do momento e com a testosterona aos saltos aviaram as virgens com duas penadas e não foram mais porque não calhou, ou talvez os latagões dinamarqueses não quisessem amedrontar a presa para garantir uma próxima vez. 

No fim da noite, os "tugas" foram-se lavar e contar as nódoas negras, alguns mais combalidos, terão telefonado ao Talhante Eduardo Barroso a marcar um transplante de rim. Desses, Rolando era quem estava em pior estado. Outros, davam sinais de evidente stress pós-traumático, como Postiga, que não parava de repetir, "Larguem-me que eu marco um, larguem-me que eu marco um".

Mal posso esperar por saber tudo da próxima excursão. Ah, sabe bem este ar a nostalgia quando a malta punha a carne toda no assador, que é como quem diz, pedia a Fátima para dar uma mãozinha e esperava que do céu descesse um Carlos Manuel qualquer disposto a fazer um milagre.


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