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terça-feira, 15 de outubro de 2013

Glórias do futebol - Alfredo Di Stéfano

Nascido em Buenos Aires a 4 de Julho de 1927, Alfredo Estéfano Di Stéfano Laulhé  foi um dos melhores jogadores de todos os tempos. Notabilizou-se sobretudo na Europa ao serviço do Real Madrid depois de ter passado pelo River Plate e pelo campeonato da Colômbia.

Di Stefano no Real Madrid


Como treinador, passou por diversos clubes, tendo passado pelo Valência e Real Madrid em Espanha, Boca Juniors e River Plate na Argentina.

Duas lendas vivas do Real Madrid
Em 1974 estava sem emprego, quando através de Yazalde conheceu João Rocha,  que o convidou para ser treinador do Sporting Clube de Portugal, no entanto a sua passagem pelo clube da capital não correu como esperado. Ganhou apenas um dos seis encontros disputados na pré-época, o ambiente começou a adensar-se quando alguns jogadores leoninos começaram a apontar o dedo a Di Stéfano, dizendo que o mesmo era pouco democrático, um discurso muito usado na altura, uma vez que a revolução do 25 de Abril tinha acontecido à pouco tempo. E de facto as coisas não melhoraram, e à primeira jornada do campeonato, primeira derrota frente ao Olhanense por 1-0, João Rocha sem meias medidas não hesitou e dispensou o colosso Madrileno.

Di Stefano ficará para sempre na memória do futebol


Don Alfredo a morar em Madrid, é ainda hoje é uma referência no futebol Mundial, em especial na capital Espanhola, junto aos fãs do Real Madrid.

quarta-feira, 11 de abril de 2012

O encanto de um retornado

Em entrevista ao jornal Record, Tiago, ex-internacional português, ao serviço do Atlético de Madrid, insinuou a possibilidade de regresso ao Benfica na próxima época. Depois de amealhar uns trocos e agora que já passa dos trinta, está na hora da propaganda  e ver se o amor será correspondido. 

Provavelmente pretenderá seguir a recente tendência revivalista do clube da Luz em memória dos tempos em que o Benfica mais parecia um asilo (lembram-se de Chano, Zahovic ou Drulovic?) da qual despontam os casos de Luís Filipe, César Peixoto ou, mais recentemente, Capdevila e Djaló. 

É comovente este desejo altruísta do Benfica, substituindo-se ao Estado nas suas causas humanitárias e solidariedade social, mas talvez não fosse má ideia um pouco de egoísmo na promoção da excelência que a sua história exige. 

Velhos são os trapos mas trapos em segunda mão não representam o futuro e poucas garantias dão no presente. A não ser que se trate de uma antiga renda da alta costura argentina...




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