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quinta-feira, 29 de março de 2012

Jogador que é escritor ou escritor que joga á bola?


O futebol visto de dentro, no livro do jogador Paulo André


Quem pensa que um jogador de futebol tem que ser assim como, uma espécie de loira burra do desporto, engane-se, pois não há regra sem excepção. Uma dessas excepções é o antigo central brasileiro, Paulo André, que representou, entre outros, o Atlético Paranaense, o Le Mans e o Corinthians, onde se sagrou pentacampeão brasileiro, em 2011. Recentemente apresentou o primeiro livro, no qual relata todo o percurso fascinante do futebol, desde a formação ao profissionalismo, incluindo os meandros mais obscuros do desporto rei. Chama-se O Livro chama-se O Jogo da Minha Vida – Histórias e Reflexões de um Atleta e promete ser uma leitura bem interessante para todos aqueles que não gostam apenas de futebol, mas que o trazem debaixo da pele.




quarta-feira, 14 de março de 2012

Cromos da bola

Para quem gosta de lêr, para quem não gosta. Para quem gosta de futebol, mas sobretudo para quem gosta de estórias mais ou menos caricatas envolvendo o desporto rei, eis um livro interessante e cheio de boa disposição, para espreitar e ir lendo, por entre as emoções fortes da liga, seja a tuga, a espanhola, a inglesa ou a dos campeões. O autor é jornalista de A Bola e já antes tinha lançado "366 histórias de futebol", envolvendo a mesma temática.



"Nunca ninguém viu o primeiro golo de sempre exibido pela SIC. Ou pelo menos, nunca ninguém o viu na televisão. Foi um petardo de Balakov a Silvino, aos 12 segundos. E o canal privado, que se estreava naquele dia nos jogos televisivos, só mostrou a nuvem de fumo dos petardos que a claque benfiquista tinha lançado. Balakov é um dos 101 Cromos da Bola deste livro. Outro é Sousa Cintra, que o foi buscar ao desconhecido Etar da Bulgária. O mesmo dirigente que anos antes, no Cairo, "roubara" Amunike aos concorrentes do Duisburgo - numa história caricata que só se resolveu no aeroporto, com sportinguistas a puxarem o jogador por um braço e alemães pelo outro. 
Rui Miguel Tovar desenterra as histórias todas do baú, apresenta 101 cromos, de treinadores (como Béla Guttmann ou Mourinho), de presidentes, e até de um árbitro, Jorge Coroado, que nunca perdoou a Canigia por lhe ter chamado "hijo de puta" no dérbi. Expulsão imediata, com custos pesados: ameaças de pistola e uma facada de um adepto enfurecido. "Falhou o alvo mas estragou-me o casaco", recordaria Coroado. "A sorte dele é que conseguiu fugir. O azar é que lhe fiquei com a faca."
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