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domingo, 26 de agosto de 2012

O ataque do porco

O treinador do Real Madrid tem sido alvo de ataques frequentes por parte de John Cruyff, antiga «estrela» do Barcelona, mas, esta sábado, José Mourinho contra-atacou. 

«Quando mais jogadores tivermos, melhor. Quando mais jogadores “made in Real Madrid” tivermos, melhor. No outro dia um senhor disse que gostava muito de apostar na formação e não em comprar atletas, esse senhor foi campeão uma vez e tinha excelentes jovens jogadores do clube, como, por exemplo Romário, Laudrup, Koeman e Stoichkov», afirmou Mourinho, em conferência de Imprensa.

In, A BOLA


A inveja é a afirmação dos cobardes e Cruyff é um cobarde, pois teve medo do futuro após ter sido campeão pelo Barcelona e de liderar, no principio dos anos 90, uma equipa de respeito e que jogava espectacularmente, preferindo esconder-se atrás das cortinas do sucesso do que arriscar novas conquistas. Do lado de todos quantos sofrem de dôr de corno, está aquele que foi um dos melhores jogadores de sempre. Talvez o holandês não saiba perder, se o soubesse, saberia dar valor às vitórias e a quem as alcança. 



sábado, 2 de junho de 2012

Mourinho quer Danilo do Futebol Clube do Porto

Já o tinha dito junto de amigos, o Futebol Clube do Porto tem provavelmente os 2 melhores laterais do futuro (Danilo e Alex Sandro).

Mou quer Danilo (FC Porto)


Hoje o jornal desportivo marca, diz que o Real Madrid quer comprar Danilo após as dificuldade em negociar Ivanovic do Chelsea, bom pelo que sabemos, se é difícil negociar com o Chelsea que dizer de um eventual negócio com o Futebol Clube do Porto.

quinta-feira, 3 de maio de 2012

Real Mourinho

Mourinho soma e segue
O homem é viciado em títulos e vai daí, já amealhou mais um, agora em Espanha. Lá vai mais uma alfinetada na presunção alheia. Espanha invadiu-nos pela economia e nós damos-lhes o troco através do desporto rei. Irónico, sobretudo vindo de um quintal lusitano onde, por portas e travessas, o futebol se vai afundando com o país. Parabéns ao rei numa nação republicana. As bananas ficam para depois. 


... só há um problema, com tantos triunfos, as partes de José arriscam-se a ser mais manipuladas do que uma concubina. Como a coisa ainda não acabou, o melhor é ungir-se com Voltaren.

terça-feira, 1 de maio de 2012

O bom, o mau e o vilão

Quem de três escolhe um...



Mourinho já esteve sentado na cadeira de sonho... mas ela tinha caruncho.

segunda-feira, 23 de abril de 2012

Chelsea prepara 30 Milhões para ter Mourinho!!

De acordo com o jornal britânico, Roman Abramovich, proprietário do Chelsea, "está disposto a pagar o que for preciso" para garantir o técnico português, oferecendo, para já, um sálario de 9 milhões de libras/ano (mais de 11 milhões de euros) e o pagamento de 25 milhões de libras (mais de 30,6 milhões de euros) de compensação ao Real Madrid.

(fonte: Record)




Bem, é caso para dizer que o dinheiro deste senhor não acaba!
Sinceramente acho que o Mourinho não volta ao Chelsea, se voltar a Inglaterra será para um dos colossos de Manchester.

quarta-feira, 4 de abril de 2012

Mourinho: The first one


Mourinho: «Quero ser o primeiro a ganhar algo na Seleção»


Para não esquecer, quando chegar a altura do Euro 2012, alguém perguntar ao Special One, se considera a possibilidade da nossa selecção ganhar o caneco e ele responder, que sim, isso será impulso, de um puxa saco.


quinta-feira, 22 de março de 2012

Porta-voz da imbecilidade e do ridiculo

Palavras atribuídas ao porta-voz de José Mourinho, Eládio Paramés, voltam a dar que falar em Espanha, depois do empate a um golo entre o Real Madrid e o Villarreal, num jogo onde os merengues se queixam muito do árbitro.

"É certo que nos desviaram mais dois pontos, mas ainda assim, jajajajajajajaja - desculpem, não consigo parar de rir ao olhar para baixo e vê-los a seis pontos", são as declarações imputadas a Eládio Paramés, divulgadas através do seu alegado perfil no Twitter. Uma referência à distância que agora separa Real Madrid e Barcelona, depois do empate dos merengues.
...

in, Relvado

Quando não se quer fazer passar por palhaço, Mourinho, deixa que o seu porta-voz se pronuncie,  assim numa espécie de cão que ladra mas não morde, para afugentar as visitas indesejadas. Depois, vem para a comunicação social, desmentir todas as alegadas afirmações, porque, como já se tornou hábito, a web tem as costas largas e morrerá solteira, como a culpa. É inegável que este estilo terrorista de se mover no mundo do futebol é uma estratégia que tem trazido mais dividendos do que amargos de boca, ao treinador português, mas, ás vezes vai longe demais e como diz o outro, "não havia necessidade". Por essas e por outras, atiça-se o cão e lava-se as mãos como Pilatos. Está certo...




quarta-feira, 14 de março de 2012

Cromos da bola

Para quem gosta de lêr, para quem não gosta. Para quem gosta de futebol, mas sobretudo para quem gosta de estórias mais ou menos caricatas envolvendo o desporto rei, eis um livro interessante e cheio de boa disposição, para espreitar e ir lendo, por entre as emoções fortes da liga, seja a tuga, a espanhola, a inglesa ou a dos campeões. O autor é jornalista de A Bola e já antes tinha lançado "366 histórias de futebol", envolvendo a mesma temática.



"Nunca ninguém viu o primeiro golo de sempre exibido pela SIC. Ou pelo menos, nunca ninguém o viu na televisão. Foi um petardo de Balakov a Silvino, aos 12 segundos. E o canal privado, que se estreava naquele dia nos jogos televisivos, só mostrou a nuvem de fumo dos petardos que a claque benfiquista tinha lançado. Balakov é um dos 101 Cromos da Bola deste livro. Outro é Sousa Cintra, que o foi buscar ao desconhecido Etar da Bulgária. O mesmo dirigente que anos antes, no Cairo, "roubara" Amunike aos concorrentes do Duisburgo - numa história caricata que só se resolveu no aeroporto, com sportinguistas a puxarem o jogador por um braço e alemães pelo outro. 
Rui Miguel Tovar desenterra as histórias todas do baú, apresenta 101 cromos, de treinadores (como Béla Guttmann ou Mourinho), de presidentes, e até de um árbitro, Jorge Coroado, que nunca perdoou a Canigia por lhe ter chamado "hijo de puta" no dérbi. Expulsão imediata, com custos pesados: ameaças de pistola e uma facada de um adepto enfurecido. "Falhou o alvo mas estragou-me o casaco", recordaria Coroado. "A sorte dele é que conseguiu fugir. O azar é que lhe fiquei com a faca."

segunda-feira, 5 de março de 2012

Canção do engate

Nunca é tarde para uma declaração de amor pungente, sobretudo da parte de uma ex-namorada que um dia nos deu com os patins e que agora, arrependida, recorda com saudade os orgasmos de outrora...


"Volta para casa José" é sucesso nas redes sociais


"ComeHomeJose" (Volta para casa José) é o grande sucesso do momento na rede social Twitter. Os adeptos do Chelsea concentram-se no regresso de Mourinho, depois da saída de Villas-Boas. Os apelos estão  disseminados pelas redes sociais e atingem já uma dimensão planetária... "

in, RR


segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

Jornaleiros, invejas e mosquitos por cordas


Real Madrid: Tensão entre Mourinho e espanhóis do plantel

Jornal Marca reproduz acesa troca de acusações entre treinador e jogadores, no rescaldo de mais uma derrota com o Barcelona. Sergio Ramos teve de ser acalmado. 
A derrota com o Barcelona, na quarta-feira passada, abriu feridas no balneário do Real Madrid. O jornal espanhol Marca deste domingo reproduz uma troca de palavras entre José Mourinho e o central Sergio Ramos, que indicia que o ambiente no seio da equipa já foi muito melhor.
Num artigo intitulado “Máxima tensão no balneário”, o jornal escreve que o “distanciamento entre Mourinho e o núcleo de jogadores espanhóis é cada vez maior”, exemplificando com o facto de o treinador sistematicamente defender nas conferências de imprensa os jogadores portugueses que alinham na equipa.
Para ilustrar a tese, o jornal reproduz então um diálogo entre Mourinho e vários jogadores, em especial Sergio Ramos, que teve lugar sexta-feira, no primeiro treino após o Clássico.
“Vocês mataram-me na zona mista”, começou por dizer o treinador a Sergio Ramos, referindo-se a declarações dos jogadores aos jornalistas após o jogo. O central respondeu: “Não, mister, você leu apenas o que saiu na imprensa, não tudo o que dissemos”.
“Amanhã serei eu que darei a cara na conferência de imprensa”, insistiu Mourinho, sendo de imediato contestado por alguns jogadores, que a Marca não especifica, e que o acusaram de ter dois pesos e duas medidas para situações semelhantes: “Claro, mister, você não nos deixa falar. Nem em entrevistas nem em conferências de imprensa. Você não gostou que o Iker [Casillas] tenha pedido desculpa ao Xavi, mas o que foi que o Pepe fez ontem no vídeo?”.
"Como os espanhóis foram campeões do Mundo, os vossos amigos da imprensa protegem-vos..."
"Claro que como os espanhóis foram campeões do Mundo, os vossos amigos da imprensa protegem-vos... Com o guarda-redes é a mesma coisa [referindo-se a Casillas, que está a alguns metros, a treinar com os outros guardiões]”, retorquiu Mourinho.
O guarda-redes, que ouviu, disparou: 'Mister', aqui as coisas dizem-se na cara, certo?"
Depois, Mourinho criticou a forma como a defesa do Real permitiu o golo do empate, apontado por Puyol num pontapé de canto. Estava determinado que fosse Sergio Ramos a marcar Puyol, mas durante o encontro os jogadores decidiram trocar as marcações. E o defesa do Barcelona fez o golo, aproveitando o espaço dado por Pepe.
Mourinho recriminou Sergio pela mudança de planos durante o jogo. "Onde estavas no primeiro golo, Sergio?" Resposta pronta: "A marcar o Piqué". Mourinho voltou à carga: “Mas tinhas de marcar o Puyol". "Sim, mas estava de costas para o Piqué e decidimos mudar as marcações". “Que se passou, agora és treinador?” O defesa respondeu de forma crítica: "Não, mas dependendo das situações no jogo, há alturas em que temos de mudar as marcações. Como você nunca jogou futebol, não sabe que às vezes essas situações acontecem".
Nesta altura a tensão aumentou e, segundo o jornal, vários jogadores pediram ao colega para se acalmar
in, Relvado

Esta noticia, que chega a reproduzir uma suposta troca azeda de palavras entre Mourinho e Sergio Ramos após o jogo da Taça contra o Barcelona, demonstra o poder que a imprensa desportiva tem no seio de determinados clubes e na manipulação da sua gestão, numa espécie de poder paralelo que coloca certos dirigentes numa posição de meras figuras ornamentais. 
O mais estranho não será o teor da conversa, coisa que deve ser comum no balneário de qualquer clube desta dimensão, mas o facto de demonstrar a fragilidade da estrutura do Real Madrid, que parece à  mercê das simpatias de jornaleiros de pacotilha ansiosos por aniquilar um treinador que pouco simpático e que não se curva perante esta espécie de iminências pardas. 
Tudo normal no universo de um futebol de dirigentes, comentadores, jornalistas e empresários, numa relação de promiscuidade onde a unica coisa genuina ainda são os adeptos. Por isso é bom não esquece-los pois, quando estes acabarem deixa de haver consumidores. Não é assim na política? 


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